Guia digital · Reforma Tributária do Consumo

NOVO
VAREJO

O varejo não pode pagar a conta da reforma tributária.

Um guia direto, sem juridiquês, sobre o que muda de verdade para quem vende no varejo — do Simples Nacional ao PDV, da nota fiscal ao caixa da loja. Baseado nas leis e resoluções publicadas até setembro de 2026.

1%CBS + IBS já em teste desde 2026, sem aumento de carga
27,91%Estimativa oficial (ago/2026) da alíquota combinada IBS + CBS
30/09Prazo do Simples Nacional para escolher regular ou híbrido
2033Ano em que ICMS e ISS deixam de existir de vez

Por que isso não pode esperar

Enquanto você lê isso, o relógio da reforma já está correndo

Quatro coisas estão acontecendo agora no seu comércio, mesmo que ninguém tenha te avisado.

01 · Nota fiscal

Sua NF-e pode ser rejeitada

Desde agosto de 2026, a nota fiscal já exige os novos campos de IBS/CBS. Sistema de PDV ou emissor desatualizado trava a venda na hora H.

02 · Fornecedores

Cada nota errada vira prejuízo

No novo sistema, comprar de um fornecedor irregular custa mais caro de forma direta: você perde o crédito de IBS/CBS daquela compra.

03 · Simples Nacional

Uma escolha com prazo apertado

Entre 1º e 30 de setembro de 2026, empresas do Simples decidem entre o regime regular e o híbrido para 2027 — e a decisão certa depende do seu tipo de cliente.

04 · Estouro de teto

Um risco que ninguém te contou

Migrar para o híbrido sem calcular direito pode inflar artificialmente sua receita bruta contábil e estourar o teto do Simples, sem faturamento real a mais.

05 · Precificação e margem

O imposto some do preço, mas não do seu bolso

Com a não cumulatividade plena, o crédito que você recupera — ou perde — vira parte direta da sua margem. Comprar de um fornecedor irregular deixa de ser só uma questão de compliance: cada real de crédito perdido é um real a mais de imposto que sai do seu caixa, e isso muda literalmente quanto dinheiro sobra no fim do mês.

O que tem dentro

Sete partes, na ordem em que você realmente precisa decidir

Cada parte pode ser lida sozinha. Se você já entende a estrutura geral, pode ir direto para a Parte 3 ou a Parte 5 — as dúvidas mais urgentes do dia a dia do varejista.

PARTE 1

Entendendo a Reforma Tributária

Por que ela existe e o que muda na estrutura dos tributos sobre consumo.

PARTE 2

O Cronograma da Mudança

Como a transição acontece, ano a ano, entre 2026 e 2033.

PARTE 3

Simples Nacional: Regular ou Híbrido?

A decisão que todo pequeno varejista vai precisar tomar até setembro.

PARTE 4

Créditos: o Coração da Reforma

Como funciona o novo sistema de crédito e por que ele muda tudo para quem revende.

PARTE 5

Vender para Empresa ou Consumidor

Por que essa escolha passa a ter um peso tributário diferente.

PARTE 6

O Dia a Dia do Lojista

Nota fiscal, ERP, PDV e o Comitê Gestor do IBS explicados sem enrolação.

PARTE 7

Checklist e Pontos de Atenção

O que já está confirmado, o que ainda está em aberto, e um roteiro de preparação.

+ Perguntas Frequentes + Glossário completo + Fontes e Referências
34páginas
7partes práticas
PDFleitura em qualquer dispositivo

Uma olhada por dentro

É guia de verdade, com número na mesa

Um recorte real da Parte 3, sobre a diferença entre o Simples regular e o híbrido — o tipo de conta que decide se vale a pena migrar ou não.

REFORMA TRIBUTÁRIA — GUIA PARA O VAREJISTA PARTE 3 — Simples Nacional

3.8 Exemplo numérico: o efeito do crédito na prática

AspectoSimples regularSimples híbrido
Valor da vendaR$ 10.000R$ 10.000
Crédito que o comprador aproveita≈ R$ 200 a R$ 300≈ R$ 2.650
Efeito no preço competitivoComprador "perde" créditoNeutro frente a qualquer fornecedor

[ATENÇÃO] O risco do "estouro artificial de teto"

Ao migrar para o híbrido, a CBS destacada na nota pode, em tese, ser somada à receita bruta contábil para fins do limite do Simples — mesmo sem aumento real de faturamento. O guia mostra como avaliar isso antes de decidir.

Para quem é

Se você decide preço, imposto ou fornecedor na sua empresa, é para você

B2B

Quem vende para outras empresas

Entenda por que o regime híbrido do Simples pode te deixar mais competitivo diante de clientes pessoa jurídica.

B2C

Quem vende para o consumidor final

Veja por que migrar para o híbrido pode ser desnecessário — e onde realmente vale focar sua energia.

MEI+

Optantes do Simples Nacional

A decisão entre "por dentro" e "por fora" explicada com tabela comparativa e prazos exatos.

PDV

Quem cuida do financeiro da loja

Split payment, nova nota fiscal e cadastro de produtos: o que precisa mudar no sistema antes de 2027.

De onde vem a informação

Escrito a partir de fontes oficiais, não de achismo

Consolidado com base em normas e análises técnicas publicadas até setembro de 2026.

EC 132/2023 · Planalto LC 214/2025 LC 227/2026 Receita Federal Comitê Gestor do IBS (CGIBS) FENACON Mattos Filho Machado Meyer

Perguntas frequentes

Antes de comprar, as dúvidas que você provavelmente tem

Minha empresa precisa fazer alguma coisa já, em 2026?

Se você é optante do Simples Nacional, sim: a janela para decidir entre o modelo regular e o híbrido para 2027 vai de 1º a 30 de setembro de 2026. Se você emite NFC-e no PDV, os novos campos de IBS/CBS já são obrigatórios desde agosto de 2026.

Vou pagar mais imposto a partir de 2027?

Em 2026 não: o valor de CBS/IBS pago no ano de teste é integralmente compensado com PIS/Cofins. Para 2027 em diante, a resposta depende de como o debate sobre o teto de 26,5% for resolvido — o guia explica esse ponto em detalhe.

Sou do Simples Nacional. Preciso migrar para o híbrido?

Não é obrigatório. Depende do seu perfil de cliente: costuma valer a pena para quem vende principalmente para outras empresas, e costuma não valer a pena para quem vende principalmente para consumidor final. O guia traz a comparação completa.

O crédito de IBS/CBS é automático, ou preciso pedir alguma coisa?

O crédito nasce da nota fiscal de compra corretamente emitida e escriturada — não é um pedido separado. Por isso a regularidade dos seus fornecedores se torna tão importante quanto o preço que eles cobram.

O que acontece se eu não me preparar a tempo?

O risco mais imediato é a rejeição de notas fiscais pelo sistema da Sefaz/Receita Federal, caso seu emissor não esteja atualizado para os novos campos — o que pode travar sua operação de venda.

Este guia substitui meu contador?

Não. É um material educativo e informativo, para você chegar mais preparado à conversa com seu escritório de contabilidade — não para substituir a análise do caso concreto da sua empresa.

Não deixe o varejo pagar a conta sozinho.

Leia o guia completo, entenda exatamente o que muda para o seu tipo de negócio e chegue na conversa com seu contador já sabendo as perguntas certas.

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  • PDF completo, 34 páginas, para ler em qualquer dispositivo
  • Atualizações do guia conforme novas normas forem publicadas
  • Suporte humanizado via WhatsApp até 2027, para tirar dúvidas sobre o conteúdo
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Material educativo, baseado em normas vigentes até setembro de 2026. Não constitui consultoria contábil, tributária ou jurídica.